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19/08/2025
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Quem são os empresários presos em SC na sexta fase da operação Mensageiro


A sexta fase da operação Mensageiro, além dos 36 mandados de busca e apreensão, cumpriu também três mandados de prisão. E os alvos de prisão MP-SC, através do Gaeco e do Geac, foram três pessoas da mesma familia. Todas são integrantes de uma empresa com sede em Gaspar, no Vale do Itajaí, investigada na prestação de serviços a pelo menos três prefeituras de Santa Catarina. O trio detido está no presídio de Blumenau, e deve passar por audiência de custódia na tarde desta terça-feira (19).

Os presos são Schirle Scottini, proprietária da Saays soluções Ambientais; a irmã dela Adriana Scottini, diretora Administrativa; Arnaldo Junior, diretor de Operações e também filho de Schirle. Segundo o advogado dos três, Wilson Knöner Campos, eles foram cooperativos nas buscas porque não têm nada a esconder.

O defensor afirma que o trio ficou surpreso com a medida de prisão, considerada desnecessária: “As explicações que eles têm para dar são muito contundentes e refutam as premissas que eles imaginam que foram usadas para levar à decisão”. Knöner Campos diz que ainda não teve acesso à investigação. Depois disso, ele pretende fazer o pedido de revogação da prisão preventiva dos três.

As prisões são de três empresários que, segundo o MP-SC, continuariam a cometer atos ilícitos dentro das investigações do escândalo do lixo. A promotoria também divulgou que, por determinação do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, “estão sendo cumpridos 3 mandados de prisão preventiva e 36 mandados de busca e apreensão em residências e empresas localizadas nos municípios de Rio do Sul, Blumenau, Imbituba, Florianópolis, Gaspar, Bombinhas, Laguna, Braço do Norte, Palhoça e Imaruí”.

Foram presos preventivamente empresários suspeitos de manter as práticas ilícitas, e cumpridas medidas de busca e apreensão contra servidores, ex-servidores e agentes políticos, incluindo ex-prefeitos de Braço do Norte e Rio do Sul. O MP diz que “esta fase da investigação busca aprofundar a colheita de provas relativas a contratos de coleta e destinação de resíduos sólidos urbanos em diversas regiões do Estado, nos quais se apuram indícios de atuação de agentes públicos e particulares em esquema criminoso estruturado”.
Fonte: nsctotal.com.br-MPSC, Divulgação
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